Setembro 27, 2009

Dirty Dancing - The final dance

Patrick Swayze and Jennifer Grey in the Dirty Dancing final dance.

video

Setembro 26, 2009

Levi van Veluw - arte sobre si mesmo

A expressão de sua arte, usando a si próprio como base. By Levi van Veluw.





Setembro 23, 2009

Imagem do dia


Setembro 20, 2009

The Duchess

Setembro 06, 2009

Casamento Ortodoxo Grego

Para fechar a semana em grande estilo, cheguei de viagem às 6h30 da manhã, consegui dormir até umas 11h, para depois começar o ritual de madrinha de um casamento ortodoxo grego.

Deu tudo certo, a Igreja Católica Apostólica Ortodoxa, para quem não sabe, separou-se da Igreja Católica Romana ainda no século XI, ou seja, quase mil anos. As doutrinas são semelhantes, a principal diferença está no fato de desconsiderar o papa como líder da igreja, e ainda preservam o uso de roupas litúrgicas em seus cultos.

Claro que a cerimônia começou atrasada, muito já se adaptou ao "jeitinho" brasileiro. Nós, padrinhos, jogamos amêndoas nos noivos enquanto circulavam em sentido anti-horário a mesa onde estava o livro do evangelho, ritual que representa a chamada dança de Isaías.

Outra curiosidade: para os ortodoxos, a aliança no dedo anular da mão direita representa o casamento e na mão esquerda o noivado. Mas, por convenção ao que é costume no Brasil, as alianças de casados podem ser usadas na mão esquerda.

O ritual do casamento ortodoxo grego realmente é muito bonito e, na festa, tivemos a surpresa da apresentação de um grupo de dança grega, uma homenagem dos noivos ao pai da noiva, que é grego, e está comemorando 50 anos no Brasil. Outro detalhe: o pai da noiva, grego, casou-se com uma pernambucana, e vivem felizes e muitos sorridentes até hoje. Olha a mistura...

Por fim, quebraram pratos, em sinal de comemoração, e dançamos todos a dança grega para celebrar junto com os noivos e suas famílias.

Uma experiência realmente única, e a felicidade dos noivos foi o que mais nos emocionou, pois ambos são exemplos de vida, transplantados, verdadeiros exemplos de amor.

Felicidade eterna aos noivos! E pra todos nós!

Setembro 02, 2009

O terceiro dia e mais uma placa...

Mais um dia com o pé na estrada! Três cidades diferentes, cinco clientes - informação não vai faltar.

Cidades novas pra mim, preciso saber de tudo, sei lá, acho até que pergunto demais. Mas sempre quero saber sobre quantidade de habitantes, atividade econômica, distribuição de renda... Mas ainda tem aquele lado turista que me afeta de vez em quando.

Já na primeira cidade me empolguei com um museu japonês. Fui atrás, encontrei o lugar. O museu, pra variar, abre de quarta a domingo, das 13h às 18h, ou seja, hoje é quarta, mas adivinhem só se já havia passado das 13h? Estava fechado. Mas, tudo bem, a paisagem é linda, tem uma espécie de "caseiro japonês" que cuida de tudo por lá.

Prato cheio pra mim, fotos de monumentos, homenagens a diversos aniversários da imigração japonesa no Brasil. Placa de 80 anos da imigração, de 90 anos... até que cheguei na de 100 anos, que foi em 2008. E eu fotografando todas as placas, informações históricas, me empolgo fácil com essas coisas. Até que então, eu vi, mais uma vez em menos de dois dias:

















"Ah, não!!!" - foi involuntário, mas falei em voz alta.

Além da explicação óbvia, me pergunto, deve ter doído o coração de quem gravou essa placa. Inclusive, doído a consciência do cara que teve o trabalho de construir um símbolo de homenagem com um nome que está acabando com seu orgulho de ser brasileiro. Ainda bem que o Príncipe Naruhito não entende português. Já pensou traduzir literalmente o que o molusco fala? Pior seria se o príncipe soubesse o que a "merluza-molusco" faz sentada na poltrona da presidência. Não foi um ministro japonês que se matou por terem descoberto que era corrupto? A fila para o suicídio em Brasília deveria ser a maior do mundo.

Depois dessa foto, disse a mim mesma... "esquece o turismo e volta pra realidade, porque aqui nessa terra ninguém deve ter votado nesse cara", pouco depois comecei a imaginar que falta pouco pro mundo acabar.

Tirei os pensamentos da mente. Foco, foco, trabalho é o que não falta. Cheguei na quarta cidade, vou dormir por aqui e me conscientizar que a partir de amanhã, nada de turismo.

Que coisa mais incoveniente!

Agosto 31, 2009

Desabafo de um dia de trabalho

Cara, hoje estou literalmente "podre". Viagem a noite inteira, de ônibus, e a cabeçona workaholic que sentou ao meu lado inventou de usar o lap top - já que o bus tinha wireless grátis para os passageiros.

Beleza, o que é uma claridadezinha a mais, quando todas as luzes de localização de poltronas estão acesas na sua cara e você ainda se dá conta de que escolheu aquela bendita poltrona que fica bem na janela com saída segurança - ou seja, mais uma pequena luz branca resplandescente na sua cara.

Tranquilo, devemos ter parado em umas 20 rodoviárias durante os 690 km da viagem. Resultado: se cochilei, não sonhei. Se dormi, acordei todas as 20 vezes em que paramos.

Bacana, chegando na cidade, hora de ir pro hotel, check in, pelo menos um café da manhã pra dar um gas durante o dia. De repente, você percebe que precisa saber como estão as coisas na empresa e começa a baixar os e-mails... Vamos lá, um por um, tô longe mas não tô morta.

9h da manhã, hora de começar o trabalho. Conversa, entrevista, analisa, anota, avalia o regionalismo da informação. Então, aquela velha história: dentro de uma mesma cidade, clientes que trabalham com os mesmos produtos, com exatamente o mesmo porte e potencial de compra, pensam diferente. "Nããããooo... Pra quê vocês vão aumentar isso? Tem mais é que reduzir!" Outro: "Cara, não reduz, vocês vão perder clientes com isso!" - tudo fazendo muito sentido.

Caminhada o dia inteiro. Intervalo de cliente, pausa para fotos locais. Maldito Lula que coloca seu nome em placas de lugares maravilhosos - mas vou lá, tiro foto até da placa. Turista é fogo.

Fim do dia. Thanks god! Hummmm... Preciso urgente de um banho, mas também preciso baixar os e-mails do dia que rolaram na empresa, ah e também encontrar uma grande amiga que voltou pra terra natal e parece que não vejo há meio século. Hummm... tudo hoje a noite? Vamos ver... Combino com a amiga pro dia seguinte, mas baixo todos os benditos e-mails, respondo a TODOS, e prometo que vou fazer algumas planilhas para enviar para a fábrica.

Ah, pára. Não hoje. Amanhã também não. Nem depois. Hummmm, 5ª talvez. Boa! Se não der, penso numa alternativa, tenho sido boa nisso ultimamente...

Ligo pro marido, dever cumprido.

É bom que essa cama de hotel seja beeeeem macia... Good night, people...